quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Estamos em Fase de Conclusão do Curso, todos muito anciosos e felizes, pois apesar de tantos "problemas" se Deus quizer vai dar tudo certo.

Já terminamos todas as matérias da grade Curricular, agora só nos falta o famoso e temido TCC.

Parabéns a todos nós que não desistimos!

O que é Ser Administrador???

Administradores são profissionais que organizam, planejam e orientam o uso dos recursos financeiros, físicos, tecnológicos e humanos das empresas, buscando soluções para todo tipo de problema administrativo. Criam métodos, planejam atividades, organizam o funcionamento dos vários setores da empresa, calculam despesas e garantem a perfeita circulação de informações e orientações. O objetivo é evitar falhas de comunicação, escassez ou excesso de empregados, gastos desnecessários ou outros problemas que gerem desperdício, ineficiência, prejuízo à produção, déficit orçamentário. Podem trabalhar em diversas áreas das empresas: material, marketing, produção, organização e métodos, recursos humanos, administração financeira. Passam por várias etapas dentro de uma empresa, podendo trabalhar como analistas, exercer chefias intermediárias, gerência, coordenação, direção superior; atuar em pesquisa e planejamento, assessoria e consultoria. Quais as características necessárias para ser um administrador?É necessário ter boa capacidade de análise, raciocínio abstrato e aptidão numérica. Também deve ter liderança e ser sociável. Características desejáveis: autoconfiança, capacidade de adaptação a novas situações, capacidade de decisão, capacidade de negociação, capacidade de organização, capacidade de pensar e agir sob pressão, capacidade de planejamento, capacidade de resolver problemas práticos, dinamismo, espírito empreendedor, habilidade para mediar conflitos, habilidade para trabalhar em equipe, iniciativa, noção de prioridades, objetividade, senso de oportunidade, senso de responsabilidade.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Administrar é estar à frente de Darwin!

Para alguns apaixonados pela administração como eu, certamente, estarei “chovendo no molhado”. Recentemente um de meus colaboradores da empresa da empresa onde trabalho se decidiu por fazer administração, certamente pela minha influência, mas, obviamente, não só por isso. E em um destes dias ele me procurou para fazer a velha e necessária pergunta da T.G.A.: “Qual a definição de administração?” E eu respondi sem deixar o espaço para que o “ão?” terminasse: VIDA!
Ele deu um sorriso com cara de interrogação, dando a brecha que eu queria. Confesso que estava inspirado.
Mas, é sério! Alguém imagina o mundo sem organização! Alguém imagina o mundo sem as empresas! Uma empresa faz o aparelho televisor, a empresa de jornalismo que usa o televisor para dar noticias, uma outra empresa vende seus produtos via televisor e outra empresa através de tudo isso compra um aparelho de televisor. Dali a alguns meses alguém deixa o controle remoto cair e ele para de funcionar, então é levado para uma assistência técnica.
Uma grávida está prestes a dar a luz. Ela mora na periferia. Pega um ônibus. O ônibus está muito lento, desce com o auxilio de outros usuários, pega um taxi, começa o trabalho de parto dentro do taxi. O taxista para. Pede a ajuda da policia. E o policial e o taxista fazem o parto. Logo em seguida uma ambulância chega levando a mãe e o bebe para o hospital. E por fim, só para não me estender muito, está mãe contrata um advogado para cobrar da empresa de ônibus o dinheiro que ela gastou com o taxi, pois o ônibus estava lento!
Do que eu estou falando? Das nossas vidas. Das empresas privadas, das empresas publicas, das instituições, do ser humano.
- Como fazer com que o controle não quebre? Talvez uma equipe de engenharia resolva.
- Há necessidade de ter um hospital na periferia onde a grávida mora? Talvez um conselho de moradores da periferia entrando com o pedido junto prefeitura resolva.
- Tem como o ônibus andar mais rápido? Talvez o psicólogo desta empresa diga: “O motorista já está no limite de sua atenção! Não aconselho que trafegue com maior velocidade”.
Como ajustar tudo isso? Administrando as pessoas e as empresas!
Sempre levando em conta que pessoas e empresas sempre querem mais, porém, tem seus limites!
Administração é BIO.
Administrar é EVOLUIR!
Você conhece aquele tipo que adora mostrar sua posição, mas não tem a menor idéia de coisa alguma quando o assunto é gestão?
Conheço muita gente investida em cargos de gestão e liderança que não tem a menor idéia ou conhece muito superficialmente as principais ferramentas de gestão. Muitos exibem orgulhosos o seu status, mas não entendem os princípios básicos de administração e gerenciamento.
Muitos executivos (alguns só executores) acham que bastam possuir determinada posição, uma mesa e um telefone e pronto: serão excelentes gestores. Porém, a realidade demonstra uma situação bem diferente. Diretores, gerentes e supervisores, com formação fora da área de negócios e sem o perfil adequado, muitas vezes não conhecem o mínimo necessário para desenvolver adequadamente as tarefas que se esperam em sua posição. A consequência para os resultados organizacionais pode ser desastrosa. Isto explica, em parte, a alta rotatividade de profissionais dessas áreas. Alguns desses gestores, estranhamente, acham que precisam ser pedantes para conduzir as pessoas. Alguns batem na mesa e gritam com seus subordinados. Porém, algumas vezes, isso demonstrará falta de preparo técnico para o exercício da função gerencial.
É claro que inúmeros desses profissionais, que atuam como gestores sem uma formação na área, possuem uma bagagem de experiências e competências inegável, mas muitos poderiam obter muito mais resultados caso se preocupassem em aprender ou desenvolver o perfil de um gestor de verdade. De maneira geral, gerenciar envolve a identificação de problemas e tomada de decisões, a condução de reuniões de maneira pró-ativa, desenvolver e monitorar indicadores de desempenho organizacional, liderar e conduzir às pessoas de maneira adequada em direção aos objetivos da organização, resolver problemas e conflitos. Porém muitos, não conseguem se desvencilhar de tarefas que executavam em outras posições e não se acostumam com as novas responsabilidades exigidas na tarefa gerencial. Outros apresentam falta de foco. Não conseguem iniciar e terminar uma mesma atividade, seja porque assumem atribuições demais ou negócios demais ou por falta de capacidade em administrar seu próprio tempo. Outros ainda demoram muito a tomar decisões e são perfeccionistas em demasia. Resultado: o atraso na tomada de decisões estratégicas gera um descompasso na eficácia daquelas decisões, isto porque as oportunidades aparecem e desaparecem rapidamente. É necessário ter agilidade.
Estar gerente não é a mesma coisa de ser gerente. Para ser um gerente de verdade, é preciso conhecer e aplicar algumas das técnicas de administração. Se você é um gerente e acha que ainda tem muito a aprender ou pretende um dia se tornar um, eis algumas dicas que certamente trarão resultados:
Liderança: a capacidade de liderança é talvez a competência mais valorizada no mercado. Não é possível se tornar um gerente excepcional sem possuir e administrar adequadamente uma equipe. O gestor será tanto melhor quanto melhor for sua equipe. Para alcançar uma liderança eficaz é preciso obter a legitimidade para tal. O uso do poder para liderar não é sustentável, é preciso usar a autoridade (leia o artigo “Você é insubstituível?” do mesmo autor, para saber mais).
Comunicação: para exercer uma liderança eficaz, é necessário uma comunicação eficaz. Muitas pessoas cometem erros nas empresas porque não receberam as instruções de maneira completa e clara. Lembre-se: a comunicação só ocorre quando a mensagem transmitida é recebida e compreendida pela outra parte.
Reuniões: a maioria das vezes em que um gerente ou gestor é procurado para alguma coisa ouvimos a mesma desculpa: “o sr. Fulano está em reunião”. Por que isto acontece? Seja disciplinado em suas reuniões. Estipule reuniões de não mais de uma hora (a não ser em casos excepcionais). Acima disso, as pessoas começarão a ficar ansiosas e pensar em outros afazeres. Antes da reunião, prepare uma pauta (roteiro) contendo os principais assuntos a tratar. Solicite que alguém registre as decisões em ata e não termine a reunião sem deixar claros os objetivos, os prazos e os responsáveis para que cada uma saiba precisamente o que fazer. Na próxima reunião, você poderá avaliar os resultados com maior facilidade e eficiência.
Estabelecimento de objetivos e metas: um bom gerente deve ser capaz de estabelecer parâmetros de desempenho para sua equipe, para a sua área ou para a organização. Os objetivos devem estar de acordo com as diretrizes organizacionais. Evite estabelecer objetivos impossíveis, que levarão as pessoas a se frustrarem ou objetivos medíocres, que não as desafiem. Sempre que possível, quantifique os objetivos. Atribua também objetivos à sua equipe, mas deixe-a participar desse processo de elaboração. Elas tenderão a se comprometer muito mais quando perceberem que os objetivos foram estabelecidos por consenso e não de cima para baixo.
Envolvimento das pessoas: Uma liderança eficaz não é possível sem o envolvimento das pessoas. Não adianta dizer: “Você é pago pra isso”. Você não conseguirá nada, além de desmotivar ainda mais sua equipe. Busque valorizar as pessoas, reconhecer os esforços e aceitar suas idéias. Você poderá se surpreender.
-Treinamento e desenvolvimento: participe de treinamentos e esteja disposto a prender novas competências e novas formas de fazer um mesmo trabalho. Isso se chama evolução. Quem não busca o seu desenvolvimento, parou de evoluir.
Humildade: não conheço nenhuma faculdade que ensine este conceito, mas ele é um fator crítico de sucesso para qualquer posição. Profissionais que não possuem humildade tendem a ser odiados pela equipe e pelos demais colegas e demoram a reconhecer seus erros. O resultados, quando aparecem, podem ser fatais para a carreira.
Com disciplina e afinco, é possível desenvolver a capacidade gerencial. Mesmo que você tenha estudado em Harvard e já tenha trabalhado em várias multinacionais, lembre-se de que é possível aprender cada vez mais. Muito se tem falado em organizações que aprendem. Isto só é possível quando as pessoas que dela fazem parte, desenvolvem novos hábitos, posturas e atitudes que geram bons resultados. Isto é a essência do aprendizado e da Administração. Pense nisso.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Sociedades Empresárias


Tipos de Sociedades Empresárias
  1. Sociedades em Comandita Simples;
  2. Sociedades em Comandita por ações;
  3. Sociedades em Nome Coletivo;
  4. Sociedades em Conta de Participação;
  5. Sociedades Anônimas;
  6. Cooperativas.
 Sociedades em Comandita Simples
Nesta sociedade há dois tipos de sócios: os comanditados e os comanditários. Os primeiros são, necessariamente, pessoas físicas que respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais colaborando com capital; já os segundos, são obrigados apenas pelo valor de suas quotas.
O contrato social deve prever especificamente quais são os sócios comanditados e comanditários.
A firma ou razão social só poderá ser composta com os nomes dos sócios solidários (comanditados). Se, por distração, o nome de um sócio comanditário figurar na razão social, este se tornará, para todos os efeitos, um sócio comanditado. Referem os autores que a sociedade em comandita teve origem na comanda marítima, em que o proprietário de um navio se lançava em negócios além mares, aplicando capital de outrem.
Em caso de morte do comanditário, a sociedade continuará com os herdeiros, a não ser que o contrato tenha previsto coisa diversa.
As causas de dissolução da empresa em comandita são as mesmas previstas, acrescentando a possibilidade de dissolução em caso de ausência de uma das modalidades de sócios por mais de 180 dias.
Assim, a Sociedade em Comandita Simples, é uma forma de permitir que uma sociedade de pessoas, sem o capital necessário, participe de grandes empreendimentos mediante a associação com terceiros que possam injetar capital de risco.
Sociedades em Comandita por Ações
A sociedade em comandita por ações é uma sociedade empresária institucional, na qual o capital social é dividido por ações e, da mesma forma que na sociedade por comandita simples, possui duas categorias de acionistas; os acionistas administradores, que são responsáveis subsidiários pelas obrigações da sociedade de forma ilimitada, e os demais, que somente respondem pelas obrigações da sociedade no limite das suas ações, portanto, de forma limitada.
Os diretores são nomeados desde a constituição da sociedade; têm mandato por prazo ilimitado; não poderão ser nomeados pela assembléia geral de acionistas e somente poderão ser destituídos por deliberação de dois terços do capital social.
Assim considerando, a sociedade em comandita por ações pode ser fechada ou aberta; suas ações podem ser ordinárias ou preferenciais e as preferenciais terão vantagens na distribuição dos lucros.
Seu nome empresarial pode ser formado pela firma, que identificará os acionistas administradores (princípio da veracidade), ou por denominação, do modo como adotado pela sociedade anônima (Lei n. 6.404/76, Art. 49), sempre acompanhado da expressão “comandita por ações”, por extenso ou abreviadamente (Lei n. 6.404/76, Art. 281, parágrafo único). Pode, também, haver no nome empresarial uma homenagem ao fundador ou alguém que tenha contribuída de forma relevante com a empresa.
Ainda que a assembléia geral de acionistas seja a instância máxima de deliberação na sociedade em comandita por ações, como nos demais tipos societários, os acionistas que integram a administração e que têm responsabilidade ilimitada pelas obrigações sociais; mesmo participando minoritariamente do capital, dispõem de poder de veto em determinadas matérias de relevante importância para a sociedade. Assim quando se tratar de decisão afeta à alteração do objeto essencial da sociedade, da prorrogação de seu prazo de duração, de aumento ou diminuição do capital e para emissão de debêntures ou partes beneficiárias, além da aprovação pela assembléia geral, a eficácia da deliberação dependerá da concordância dos acionistas diretores.
Sociedades em Nome Coletivo
É a primeira modalidade de sociedade conhecida, e costuma ser chamada também de sociedade geral, sociedade solidária ilimitada. Apareceu na Idade Média e compunha-se a princípio dos membros de uma mesma família, que sentavam à mesma mesa e comiam do mesmo pão.
Daí surgiu a expressão "& Companhia" (do latim et cum pagnis, ou seja, o pai de família e os seus comiam do mesmo pão). E usavam uma assinatura só, coletiva e válida pra todos (um por todos, todos por um), sendo esta a origem da firma ou razão social.
Todos os sócios respondem ilimitadamente com os seus bens particulares pelas dívidas sociais. Se a sociedade não saldar seus compromissos, os sócios poderão ser chamados a fazê-lo. O nome só pode ter a forma de firma ou razão social. Todos os sócios são pessoas físicas e responsáveis solidários pelas obrigações sociais. A exploração de atividade econômica por esse tipo de associação de esforços, portanto, não preserva nenhum dos sócios dos riscos inerentes ao investimento empresarial.
Somente o sócio pode ser administrador da sociedade. Mas o contrato pode estipular quais serão os administradores, sendo o contrato silente, todos têm o mesmo poder de gerência. Pode haver também uma convenção entre os sócios que confira níveis de responsabilidade diferentes a eles, p.ex., pode-se conferir a um dos sócios, através de contrato, responsabilidade limitada ao capital integralizado e ao outro sócio, responsabilidade ilimitada. Mas esse pacto só tem validade entre os sócios, não sendo oponível a terceiros.
Se o administrador agir com abuso ou ultrapassando os poderes que lhe foram conferidos em contrato, mesmo assim, responde a sociedade, pois, de acordo com a teoria da aparência, aquele que celebra contrato com a empresa não é obrigado a saber se a pessoa com quem negociou tem ou não o direito para de praticar aquele ato.
Havendo qualquer intempérie que ocasione a “quebra” da sociedade empresária, isso poderá significar a ruína total dos sócios e de sua família, uma vez que os patrimônios destes podem ser integralmente comprometidos no pagamento dos credores da sociedade.
Sociedades em Conta de Participação
A sociedade em conta de participação uma sociedade que vincula, internamente, os sócios . É composta por duas ou mais pessoas, sendo que uma delas necessariamente deve ser empresário ou sociedade empresária.
Por ser apenas uma ferramenta existente para facilitar a relação entre os sócios, não é uma sociedade propriamente dita, ela não tem personalidade jurídica autônoma, patrimônio próprio e não aparece perante terceiros.
O empreendimento é realizado por dois tipos de sócios: o sócio ostensivo e o sócio oculto.
O sócio ostensivo (necessariamente empresário ou sociedade empresária) realiza em seu nome os negócios jurídicos necessários para ultimar o objeto do empreendimento e responde pelas obrigações sociais não adimplidas. O sócio oculto, em contraposição, não tem qualquer responsabilidade jurídica relativa aos negócios realizados em nome do sócio ostensivo.
Este modelo societário tem sido alvo de diversas ações do Ministério Público, já que tem sido utilizado para a criação de falsos fundos de investimento imobiliário e consórcios sem os devidos registros na CVM e outros órgãos e agências reguladoras.
 Cooperativas
Na sociedade cooperativa as pessoas contribuem reciprocamente com bens ou serviços para o exercício de uma atividade economica, de proveito comum sem objetivar o lucro. Do valor obtido na atividade econômica da cooperativa, as denominadas “sobras”, os cooperados destinam para o desenvolvimento das cooperativas, possibilitando formação de reservas, retorno aos cooperados na proporção de suas transações com as cooperativas e apoio a outras atividades que forem aprovadas pelos “sócios”.
As cooperativas devem promover a educação e a formação dos seus membros, dos representantes eleitos, dos dirigentes e dos trabalhadores, de modo que possam contribuir eficazmente para o desenvolvimento de suas cooperativas. Essas podem ser classificadas conforme seu ramo como agropecuária, de consumo, habitacional, de produção, de crédito, educacional, de serviços, de saúde, especial ou de trabalho.
Diferente das demais sociedades, as cooperativas são regidas por uma legislação específica que as define como uma associação independente de pessoas unidas voluntariamente para satisfazer suas necessidades e aspirações economicas, sociais e culturais em comum através de uma organização, com força de pessoa jurídica, voltada a buscar, numa economia de mercado, o justo preço de seus produtos e serviços, por meio da solidariedade e da ajuda mútua, de propriedade conjunta e gestão democrática.
Para que cumpram o seu papel e tenham exercício eficaz de sua atividade, as cooperativas deverão seguir os “princípios cooperativistas” que consistem no conjunto de reconhecimento e normas de valores que sugerem conceitos éticos e morais deste tipo societário.
Portanto, a cooperativas é uma associação autônoma de pessoas que se unem voluntáriamnete para satisfazer aspirações e necessidades econômicas, sociais e culturais, por meio de uma empresa de propriedade coletiva e democraticamente gerida.
 CONCLUSÃO
Sociedade Empresária é um tipo de aglutinação de esforços de diversos agentes, interessados nos lucros que uma atividade econômica complexa, de grande porte, que exige muitos investimentos e diferentes capacitações, promete propiciar. É a que explora uma empresa, ou seja, desenvolve atividade econômica de produção ou circulação de bens e serviços, normalmente sob a forma de sociedade limitada ou sociedade anônima.
Portanto, podemos ter como conclusão que As sociedades empresárias são sempre personalizadas, ou seja, são pessoas distintas dos sócios, titularizam seus próprios direitos e obrigações.

Perfil de Um Líder


Perfil de um líder
Uma das principais características do líder é ter carisma. Ele deve saber se comunicar com maestria, sendo sincero e também sabendo ouvir o que os seus subordinados têm a dizer e, com paciência e compreensão, absorver e dar críticas e sugestões. Aplicar novas idéias de funcionários é uma maneira eficaz de motivar os funcionários, o que pode melhorar a gestão.
 Motivar também é fundamental para o sucesso da equipe, sendo premiando-os ou ouvindo-os com compreensão, o que os passa segurança e os faz adquirirem paixão pelo que fazem. Porém, não nos esqueçamos da psicologia aplicada: a motivação é interna, ou seja, o líder apenas dá incentivos à motivação de uma pessoa.
Outra capacidade do líder é a capacidade de reconhecer e identificar novos talentos e como desenvolvê-los e motivá-los, podendo assim  mostrara  importância e relevância do trabalho realizado por eles e assim, desenvolvendo os pontos fortes e atenuando os pontos fracos do novo talento, saber delegar a ele e aos outros as tarefas corretas.
O líder também deve possuir as qualidades básicas de um administrador, mas principalmente três delas de forma reforçada: eficiência, capacidade de traçar metas e prioridades e a capacidade de adaptação rápida à mudança, o que o torna mais estável nessa posição. O líder também sempre deve estar apto a aprender mais, seja com os seus aprendizes ou com alguém superior. Ele nunca pode parar de absorver informações, avaliá-las e aplicá-las na organização.
Resumindo: antes, ele deve saber liderar a si mesmo.

Aula Dia 08-07-2012

Aula de Administração de Materiais e Patrimoniais


terça-feira, 8 de maio de 2012

Devido a mudança de faculdade, também mudei o endereço do blog, agora é: faculdadefatforquilha.blogspot.com.br/

Prova Turma de Administração

Dia 06-05-2012, foi realizada a prova da FAT -Faculdade de Tapajós com a turma de administração, agora é aguardar o resultado e saber quando começaremos estudar!

terça-feira, 17 de abril de 2012

A Fatep Transferiu os alunos para FAT - Faculdade de Tapajós

No dia 15/04/2012 a Fat - Faculdade de Tapajós marcou uma reunião, onde o assunto foi a transferência dos alunos da faculdade fatep para fat, ficou certo que faremos uma prova dia 06/05/2012, para a partir dai sermos transferidos.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Dúvidas Sobre se a FATEP é ou não Reconhecida pelo MEC?

Em todos os sites que procuramos sobre a FATEP, tem a pergunta: A Fatep é ou não credenciada pelo MEC?
R: Segundo alguns membros da equipe não é, a FATEP não é reconhecida pelo MEC, eles estão tentando se regularizar mais ainda não conseguiram. Então nós vamos receber nosso certificado por outra faculdade.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Contabilidade de Custos e Gerencial

Contabilidade de Custos e Gerencial
Com o advento da revolução industrial a proliferação das industrias e o surgimento das máquinas e da produção em grande escala , a função do contador tornou-se mais complexa , pois os dados para valorizar o estoque também eram mais complexos, uma vez que as compras de mercadorias foram substituídas por compras de matérias primas e utilizavam favores de produção que as transformavam em produtos destinados à venda.
com isso, a solução foi a utilização do mesmo método de apuração do resultado, das empresas comerciais, com a substituição das compras pelo pagamento da matéria-prima consumida na produção , energia eletrica etc., ou seja, todos os gastos realizados na industrialização dos produtos, que foram denominados Custos de Produção.

Vamos lá

Os componentes dos custo industrial podem ser resumidos basicamente em três elementos.

Material direto aplicado MD exemplo matéria prima ou material secundario e embalagens

Mão de Obra direta na Fabricação do produto MOD que inclui o valor dos salários e encargos sociais

Custos Indiretos de Fabricação CIF Inclui todos os gastos indiretos de Produção.

Devido 'a preocupação dos Contadores , Fiscais e Auditores em fazer da Contabilidade de Custos um instrumento de mensuração monetária dos estoques e resultados , isso deixou-a deficiente como instrumento de administração , não aprimorando para o campo gerencial. Mas com o crescimento das empresas e a distância entre o administradores , os ativos e as pessoas , surge a Contabilidade Gerencial , cujo objetivo é fornecer informações geradas a partir das demonstrações contábeis que ajudam nas tomadas de decisões como essas indagações.

A FABRICA POSSUI CAPACIDADE DE PRODUÇÃO SUFICIENTE PARA ATENDER A DEMANDA ?

QUAL PRODUTO OU LINHA DE PRODUÇÃO DE SER CORTADO, CASO NÃO TENHA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO ?

QUAIS OS PARÂMETROS PARA FIXAÇÃO DO PREÇO DE VENDA DO PRODUTO ?

A MATÉRIA PRIMA DEVE SER FABRICADA OU ADQUIRIDA DE TERCEIROS ?

QUAIS OS PRODUTOS DA EMPRESA DA LUCRO OU PREJUISO ?

Entre outras informações a Contabilidade Gerencial permite aos Administradores , atráves da informações geradas , avaliar o desempenho da empresa, verificar se foram compridas as metas estabelicidas no orçamento .
Como principal objetivo da Contabilidade Gerencial é gerar informações para os usuários internos da empresa, ela não segue os principios contábeis , e as informações são geradas nos padrões para atender as necessidades dos administradores.
A contabilidade Gerencial utiliza os dados de custos para o auxilio ao controle e para a tomada de decisôes.

Alguns Conceitos de Contabilidade de Custos :

Na linguagem comercial a palavra custo significa quando foi gasto para adquirir certa mercadoria ou serviço .
O sentido original da palavra custo é aplicado a contabilidade referindo-se 'a fase e os fatores de produção são retirados do estoque e colocados no processo produtivo, adicionando a MÃO DE OBRA DIRETA e os Custos Indiretos de Fabricação.

Gastos :

Compreende todo e qualquer pagamento ou recebimento de ativos, custos ou despesas, como exemplo temos.

Gasto com mão de obra ( salários e encargos )

Gasto com aquisição de mercadorias destinadas a revenda.

Gasto com aquisição de matéria-prima para industrialização.

Gasto com compra de ativos , como equipamentos ou máquinas.

Gasto com aluguel de equipamentos ou máquinas.

Gasto com 'agua ou energia elétrica.

Gasto com aluguel de equipamentos ou do prédio.

Gasto com material de escritório.

Investimento :

São os gastos efetuados em ativo ou despesas e custos que serão imobilizados ou deferidos . Sâo todos os gastos na aquisição de bens e serviços que venham a gerar beneficios futuros em funçaõ de sua vida útil.

Aquisição de Imóveis.

Aquisição de máquinas ou equipamentos.

Aquisição de matéria-prima.

Despesas pré-operacional.

Custos:

São gastos com bens ou serviços utilizados na produção de outros bens e serviços; é todo e qualquer gasto relativo 'a atividade de produção.
São gastos efetuados pela empresa que farão nascer os seus produtos.
Portanto, podemos dizer que os custos são os gastos relacionados aos produtos, que só pode ser reconhecido como tal, no momento que os fatores de produção ( bens e serviços ) forem efetivamente utilizados na produção , gerando um novo bem ou executando um novo serviço.

Alguns exemplos :

Os gastos com a manutenção das máquinas da fábrica.

Os aluguéis e os seguros do prédio da fábrica.

Os salários do pessoal do setor de produção.

As depreciações dos equipamentos da fábrica.

A máteria-prima utilizada no processo produtivo.

Os gastos com a manutenção dos equipamentos da fábrica.


Despesas:


São os gastos com bens e serviços que não fazem parte do processo produtivo , sendo consumidos com a finalidade de obtenção de receitas.
Para entendermos o que são despesas, basta seguir a seguinte lógica: A compra de matéria -prima para produção é o gasto que, a partir do momento que lançamos no estoque , se torna um investimento. Depois , quando é requisitado para o processo produtivo , baixamos e ele passa a ser custo, eo produto originario desse processo retorna ao estoque como produto acabado. Por sua vez, quando o produto é vendido , seu valor torna-se uma despesa, que chamamos de CPV - CUSTO DE PRODUTOS VENDIDOS o que, na verdade, é uma despesa, agregando todos os custos envolvidos na produção do novo be.
Logo, os custos incorporados nos produtos acabados são vendidos.
Notamos então , que as despesas são valores que reduzem o Patrimônio Liquido, demonstrando ser um sacrificio no esforço de se obter uma receita

Temos como exemplo:.

Despesa de água consumida no escritório.

Energia elétrica consumida no escritório.

Salários e encargos sobre a folha do pessoal do escritório.

Aluguéis e seguro do prédio do escritório.

Conta Telefônica do setor administrativo e de vendas.


Desembolso:

É o ato financeiro de pagar uma divida, um serviço ou um bem ou direito adquirido. É a execução financeira dos gastos e investimentos da empres, podendo ocorrer no momento do gasto, que são os pagamentos á vista, ou após o gasto, que são os pagamentos a prazo.
Pagamento é o desembolso resultante da aquisição de bem e serviço.


Perda:


É o consumo de um bem ou serviço de forma anormal e involuntária. As perdas não podem ser confundidas com as despesas, uma vez que estas representam um sacrificio para se obter receita. A perda não apresenta esforço algum como caracteristica geral da receita.
No entanto , assim como as despesas, as perdas são lançadas diretamente na conta de resultado do periodo da empresa.
As perdas normais de matéria-prima no processo de produção são consideradas custo de produção do periodo.

Alguns exemplos :

Perdas com incêndio.

Obsoletismo de estoque.

Gasto de mão-de-obra durante periodo de greve.

Material deteriorado por defeito no equipamento.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Mercado de Trabalho na Área de Adm

O campo de trabalho é amplo: cerca de metade dos cargos de uma empresa é para funções administrativas. Mas o mercado é muito competitivo. Aproximadamente 2 milhões de estudantes formam-se por ano, e não há vagas formais para absorvê-los. Ainda existe a concorrência de graduados de outras áreas que fazem especialização ou MBA e conseguem emprego em Administração. Apesar disso, o mercado de trabalho para administradores no Brasil está crescendo junto com a economia. Grandes companhias estão ampliando seus quadros de funcionários, e as empresas familiares se profissionalizando e buscando candidatos com boa formação para fazer parte de seus quadros. "Empresas que tradicionalmente contratavam apenas profissionais de áreas técnicas, como Engenharia e Química, por exemplo, começam a perceber a necessidade de preencher cargos administrativos e de negócios, como compras, logística e marketing, com os formados na área e dotados de visão estratégica", afirma Marcos Amatucci, diretor nacional dos cursos de graduação em Administração da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo.Como a atuação do administrador é bastante ampla, esse profissional se faz necessário em todo tipo de empresa (fabril, comercial, serviços, agronegócio) e em praticamente todas as áreas, desde a comercial, passando por logística, financeira e compras, até recursos humanos. A região Centro-Oeste apresenta o mercado que mais se expande. Os principais empregadores estão no setor de agronegócio, em cidades como Cuiabá (MT), Campo Grande (MS) e Goiânia (GO). As regiões Sul e Sudeste concentram o maior número de empresas que oferecem programas de trainee, enquanto o setor público tem vagas em todo o país.$ Salário médio inicial: R$ 1.808,00.

Seu papel na administração de empresas

O problema principal a ser enfocado é: qual o papel da Controladoria no processo de gestão das empresas? Existe a necessidade do controle do desempenho empresarial. &n Para controlar tudo dentro de uma empresa é necessário partir de algumas premissas: A EMPRESA: 1) Toda empresa possui uma missão. 2) A empresa necessita garantir a sua continuidade. 3) A empresa busca a eficácia, atendendo às necessidades do meio em que se encontra e obtendo resultados que lhe garantam a continuidade. 4) A empresa contém culturas equilibradas e, persegue um modelo de gestão ideal. Por isso, temos de pensar na empresa, como uma entidade que visa prestar um serviço ou oferecer bens, para atender às necessidades da sociedade, tendo como motivação o benefício e a utilidade. Busca agregar valor, ou seja, conhecer o desejo do cliente para atender com eficiência. E atingir seu objetivo e cumprir sua missão. Segundo Guerreiro, “na caracterização da missão de uma entidade devem ser contemplados... os seguintes pontos: - valores fundamentais da entidade; - produtos e serviços oferecidos; - mercados de atuação; - clientela a ser atendida” GESTÃO - Nada mais importante para uma empresa do que a Gestão, esse é o foco principal da controladoria, Gerir é fazer as coisas acontecerem, ensina Catelli. Gestão é planejar, dirigir e controlar uma empresa, e é o mesmo que Administrar. É preciso criar modelos de avaliação de desempenho, para eliminar os riscos e buscar a eficiência e a eficácia. PLANEJAMENTO – É estabelecer missões e objetivos para a empresa, e os meios para atingir. Para fazer o Planejamento Estratégico a empresa deve tomar medidas. “... a incerteza ambiental é uma constante na vida empresarial... Portanto, a análise e o acompanhamento do ambiente onde a empresa atua é condição essencial para a sua própria sobrevivência”. A empresa deve captar os sinais indicadores de seus pontos fortes e fracos em função das ameaças e oportunidades existentes em seu ambiente. - pontos fortes são as variáveis internas e controláveis que propiciam uma condição favorável para a empresa, em relação ao seu ambiente; - pontos fracos são as variáveis internas e controláveis que provocam uma situação desfavorável para a empresa, em relação a seu ambiente; - oportunidades são as variáveis externas e não controláveis pela empresa que podem criar condições favoráveis para a empresa; - ameaças são as variáveis externas e não controláveis pela empresa que podem criar condições desfavoráveis para a mesma. “Os pontos fortes e fracos compõem a análise interna, enquanto as oportunidades e ameaças compõem sua análise externa”. Faça o planejamento estratégico da empresa. SISTEMA DE INFORMAÇÕES – Para a gestão eficaz é necessário um bom sistema de informações, baseado em questionários de avaliação de desempenho, e em dados armazenados nos computadores. CONTROLE – O controle visa o bom desempenho da empresa. De modo que não haja excesso, desperdício ou roubo. Mede e avalia o desempenho para alcançar resultados. Tem que ser constante para corrigir qualquer falha imediatamente. O controle tem que ser permanente, existe o pré-controle, que deve ser feito antes de iniciar a operação, como por exemplo, pesquisa de viabilidade, opinião pública, visando agregar valor para o cliente, existe também o controle concomitante, que deve ser initerrupto dentro da empresa. E o controle que ocorre após cada operação para observar se houve falhas.[BR] CONTROLADORIA Se ocupa da gestão econômica das empresas, com a finalidadede orientá-las para a eficácia. Tudo o que vimos até agora, são ferramentas que devem ser usadas para a controladoria. A controladoria visa o planejamento, controle e execução.